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A tecnologia que vai impulsionar a economia nas próximas décadas

O mundo da Internet das Coisas (IoT) promete ser o principal motor da economia global nos próximos anos, e em países como o Brasil, as oportunidades podem ser ainda maiores.

Se considerarmos o tamanho do mercado brasileiro e a urgente necessidade que o país tem em aumentar o ritmo da inovação, o Brasil já pode ser considerado um grande mercado global para esta tecnologia. Oito entre dez empresas já seguem o lema, “vamos inovar para não morrer”.

Espero que sua empresa esteja neste bolo. Espero mesmo. Acredito em você.

O Brasil passou por um ciclo de crescimento que durou aproximadamente uma década, ficando em evidência no cenário global, liderando na América Latina (não mais que a obrigação).
Os últimos anos tem sido de tensão política, o que refletiu diretamente na economia.

Realinhamento e reestruturação são palavras em voga neste momento.
O que sobrou deste período foram as incertezas e a busca por oportunidades.

Crise igual a oportunidade.

 

O mercado de smartphones cresceu, estabilizou e a bola da vez para a indústria de tecnologia, é a Internet das Coisas (IoT) e os ecossistemas relacionados, envolvendo especialmente os negócios ligados a carros conectados, saúde, agricultura/pecuária, cidades inteligentes, sensoreamento de tudo que possa ser medido.

Apesar do Brasil não ser competitivo na indústria de hardware, o país possui um enorme potencial para utilizar a Internet das Coisas (IoT) no desenvolvimento de soluções que resolvam problemas, acho que esse é o caminho para a aplicação de qualquer tecnologia, resolver algum problema que as pessoas e empresas possuam.

A cadeia em torno da inovação sempre foi puxada por grandes players, normalmente empresas multinacionais, que faziam investimentos volumosos, mas essa realidade mudou muito nos últimos anos.

O desenvolvimento de novas tecnologias ficou mais acessível (barreira de entrada praticamente inexiste) e dois jovens estudantes cheios de espinhas na cara podem construir alguma coisa que resolver o problema de muita gente, o que uma grande empresa (multinacional e líder de mercado), não tinha pensando, não teria velocidade para desenvolver, testar, implantar e nem foco para fazer, pois está mais preocupada em não perder o que já possui. Falarei mais sobre isso em novos textos.

Empresas gigantes de tecnologia, que perderam oportunidades que surgiram com negócios móveis (smartphones, tablets e M2M), agora estão rapidamente se mexendo para que não percam as oportunidades que o mercado de Internet das Coisas (IoT) vai, sem dúvida nenhuma, trazer. A IBM é um desses gigantes.

Assim como já ocorreu em grandes transformações no passado, a revolução causada pela Internet das Coisas (IoT) vai mudar o cenário, tanto para as empresas, como para os profissionais.

Estima-se que com o tempo, de 20 a 30 milhões de empregos migrem completamente de segmento e algumas funções realmente desapareçam, graças a robótica, máquinas inteligentes e inteligência artificial, que vai se infiltrar em novas áreas corporativas e automatizarão as posições que tem os trabalhos mais repetitivos e operacionais. Falei bastante sobre isso neste artigo.

Se as vagas em postos de trabalho operacionais tendem a cair, as oportunidades para profissionais que buscam qualificação e mesmo reinvenção vai crescer muito.

De acordo com a IDC, este mercado vai crescer cerca de 1,7 trilhões de dólares até 2020.

Precisamos ter em mente que o mundo já mudou, mas a gente ainda vive no século passado. Conforme as novas gerações crescem, demandam novos produtos/serviços e problemas que já possuímos começam a ser solucionados pelas novas tecnologias, a máquina começa a girar mais e mais rápido.

É o crescimento algoritmo na prática.

Não percam o bonde, fiquem atentos, estudem e ajam antes que a maré chegue. Venha junto com a maré, navegando nela, caso contrário, você já sabe.

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